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As consequências de beijar o filho na boca

Uma das primeiras conseqüências de beijar os filhos na boca, já nos primeiros dias de vida, é a transmissão de bactérias as quais os bebês ainda não possuem defesas. Segundo o presidente da Associação Odonto-criança, Daniel Korytnicki, que concorda com a citação do infectologista Milton Lapchik, além da cárie, “o estalinho pode transmitir algumas doenças, como herpes simples, micoses e outras infecções causadas por vírus”, as quais muitas vezes ficam imperceptíveis na pele, mas que geram indisposição física, sendo necessária a intervenção medicamentosa.

A pedagoga Jane R. Barreto, ressalta que a criança imita os adultos, tanto os familiares, como os vistos em programas televisivos e filmes. Porém a representação desses papéis adultos, não significa que a criança esteja pronta para a compreensão global do que certas atitudes que imitam, representam, pois permanecem na inocência característica da infância. Nesta situação, dramatizar o que viu, cantar e dançar músicas com cunho erótico para o adulto não possui a mesma conotação para as crianças, mas as expõe. A criança, por se estruturar através da fantasia mediada pela realidade, vive no faz de conta a concepção de um amor dentro do conhecimento que possui do amor de seus pais: príncipes e princesas que desejaram estar juntos e serão felizes para sempre. Mesmo famílias que possuem desentendimentos constantes em frente a criança, pelo infante não conhecer outra realidade, acaba por considerar que esta forma de relacionamento é a normal. A autora ainda ressalta que “Adultos não devem beijar crianças na boca, se alimentar na mesma colher, assoprar a comida, ou ainda recolher a chupeta, quando a mesma cair no chão, levando-a à boca, para “tirar as bactérias”, e depois colocar na boca da criança, evitando assim a transmissão de Hpilori, carie, herpes, sapinhos, entre outros… eles ainda estão criando imunidade, não tem a defesa orgânica que os adultos têm. Além da questão saúde, devem permanecer atento ao comportamento, pois se os infantes julgarem que esse costume familiar é natural, repetirão com todos adultos que tiverem contato. Neste sentido o diálogo com seus filhos se torna fundamental, esclarecendo que essa atitude só deverá ocorrer no seio familiar, pois, com a ingenuidade natural da criança, pode acontecer dela entender que, uma vez que seus pais a beijam na boca, pode repetir o gesto com outros de seu vínculo.”.

Giselle Castro Fernandes também ressalta que criança não beija na boca e não namora. Criança tem amiguinhos mais chegados ou não. Nas escolas, presenciam-se alguns coleguinhas andar de mãos dadas dizendo-se namoradinhos, ou como relatou uma mãe de uma criança de 3 anos: “Minha filha está preocupada com quem vai se casar, pois um amiguinho casará com uma de suas amigas, o outro com outra e assim consecutivamente.”. Situações como essas, além de gerar ciúmes, provocam também uma preocupação inadequada para a idade, privam a criança da infância, sem nenhuma razão! O trabalho dentro do espaço escolar de esclarecer a educadores e pais sobre este aspecto é fundamental.

Para os pais, o namoro infantil pode ser interpretado como uma brincadeira, mas é preciso que se alerte quanto às consequências disso. Uma criança de dois ou três aninhos, acostumada a dar o “selinho” em seus pais, a tomar banho junto com o sexo oposto adulto ou a dormir na cama do casal, dependendo de como o adulto brinca ou sente essa situação, poderá desenvolver a erotização precoce de algumas áreas de seu corpo e este fator pode novamente privá-la da inocência da infância. Assim, casos esses comportamentos sejam rotinas dentro da família, precisam ser conversados e orientados dentro do entendimento de cada fase, lembrando sempre que a criança possui uma compreensão relacionada ao corpo bem diferente do adulto. Valdeci Rodrigues questiona: “Numa época em que a pedofilia precisa ter um amplo combate, como ficam a cabeça desses garotos e garotas que escutam na própria escola que para fugir do baixo astral é melhor “beijar na boca”?”. Essa reflexão é primordial para a educação infantil para pais e educadores.

Giselle Castro Fernandes continua sua reflexão alertando que Na família existe o papel do pai e da mãe – que, juntos, formam um casal que dorme junto, que beija na boca! O papel dos filhos é outro. São crianças, e criança não beija na boca, não dorme na cama dos pais, etc. Trata-se de demarcar esses limites de maneira bem clara. Do contrário, fica difícil definir o papel do adulto e da criança. Para ela, criança, dar o “selinho” é o mesmo que namorar.”. Enfatiza ainda que “Filhinho (a) não é namorado e, portanto, não beija igual. Beija no rosto, abraça, acaricia, mas nada que se confunda com o carinho ou com o amor do adulto, do casal. Há uma preocupação muito grande (e justa) dos pais, de se atualizarem, de não se distanciarem de seus filhos, mas isso pode e deve ser feito, sem que se abra mão de seu papel, o papel de pai e de mãe, aqueles que representam o porto seguro aos filhos, aqueles que são “adultos”, que orientam, seguram a barra e que deixam muito bem definida a posição de criança e de adulto na família. Pode se ter a certeza de que os filhos, no futuro, agradecerão muito a seus pais que não abriram mão do papel com a função paterna – no sentido literal de força, de limite e da função materna – de cuidado, proteção. Amor entre adultos é diferente do amor pelas crianças, pelos filhos. Portanto, o beijo é também diferente e nem por isso menos carinhoso!”. Se incentivarmos a infância de nossos pequenos, eles irão amadurecer no tempo certo, não precisamos acelerar nada. Dentro desta linha de pensamento, a conseqüência de beijar o filho na boca propicia uma confusão de papéis, sendo esta desnecessária ao aprendizado infantil.

Como a concepção do adulto o beijar na boca esta relacionado a sexualidade, vale ressaltar as colocações de Lulie Macedo que cita que “Desde que o mundo é mundo, as crianças não brincam de médico à toa: a aventura do descobrimento começa já nos primeiros meses, quando o bebê experimenta o prazer de explorar o próprio corpo, e se acentua nos anos seguintes, quando sua atenção se volta para o corpo dos pais e de outras crianças.”. Esse descobrimento corporal é natural do ser humano e deve ser compreendido dentro desta lógica. Assim, tocar no próprio corpo faz parte da tarefa de entender o mundo e a autora acima complementa que “o prazer em manipular os órgãos sexuais é uma das primeiras descobertas.”. “Ela não sabe o que é certo ou errado, quais são os códigos sociais, a diferença entre o público e o privado. Cabe aos pais e educadores ensinar que ali não é lugar para isso.”, afirma Maria Cecília. Desta forma a criança entenderá o sentido de privacidade e respeito ao próprio corpo, bem como ao corpo das demais pessoas.

Essa autora também cita que “O problema não está na exploração sexual do próprio corpo ou nas brincadeiras entre crianças da mesma idade. Prejudicial é a repressão do adulto a essas atitudes, quando ele grita, proíbe, bate ou põe de castigo. Fazendo isso ele transmite a noção de que aquilo é errado, quando na verdade essas atitudes são tão naturais quanto aprender a andar, falar, brincar”, afirma Maria Cecília Pereira da Silva, psicanalista e membro da ONG Grupo de Trabalho e Pesquisa em Orientação Sexual. – “Sexualidade não é sinônimo de coito e não se limita à presença ou não do orgasmo. Ela influencia pensamentos, sentimentos, ações e a saúde física e mental. Se saúde é um direito humano fundamental, a saúde sexual também deveria ser considerada um direito humano básico. O “exibicionismo” infantil faz parte da fase de exploração dos corpos. Como um brinquedo novo, a criança quer mostrar aos outros, o que já descobriu. Quanto à menina que adora levantar a roupa e mostrar o bumbum, por exemplo, pode estar imitando algo que viu na TV. Em qualquer situação, cabe aos adultos começar a ensinar a noção de intimidade.”.

O trabalho educacional desenvolvido para a Educação Infantil neste assunto é permeado de observação e reflexão. Ao demonstrar e questionar a criança a respeito da conseqüência de constantemente tocar nos olhos, ouvidos, colocar a mão na boca, no nariz, em suma, questioná-la sobre a conseqüência de explorar o corpo e relacionar essa conseqüência ao toque dos órgãos genitais, a faz compreender que tocar demasiadamente ou sem as mãos estarem limpar, pode gerar ardência dos locais tocados. Ressaltar o uso de peças íntimas (calcinhas e cuecas) para proteger o “fazedor de xixi” e o “fazedor de coco”, é primordial para esse aprendizado, bem como também explicar que o momento de banho, é um momento privado. Desta forma, a criança compreenderá a restrição quanto a onde se tocar e não quanto a se tocar.

Dois outros aspectos importantes é saber: até quando os adultos podem ficar nus em frente aos filhos, sendo recomendado que se esta situação é vista com naturalidade, só por volta dos 7 ou 8 anos, as crianças solicitam a própria privacidade e esta deve ser respeitada. Outro aspecto é relacionado ao fato do imprevisto de a criança visualizar o ato sexual, sendo importante conversar a respeito, mesmo que ela não pergunte ou não queria voltar a esse assunto. Lembre-se que se esta situação ocorreu, o descuido foi dos pais e estes devem-se se preparar para que esta conversa não gere culpa no infante, nem jamais culpá-lo. Se ocorrer dificuldade frente a esse assunto, é imprescindível buscar auxílio profissional, prevenindo fantasias desconfortáveis a esse respeito primordial na formação do ser humano.

Assim, evidencia-se algumas conseqüências de beijar os filhos(as) na boca, ressaltando que se o filho for respeitado em seu desenvolvimento, terá uma infância saudável e feliz.

Fonte: rrclinicapsi.com.br

Autor: Rachel Canteli

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80 thoughts on “As consequências de beijar o filho na boca

    • Mirtes says:

      Senhor dos céus dos desesperados….
      Estou criando monstros…
      Dei selinho nos meus filhos …meu marido e eu nos trocamos até hoje na frente deles(são adolescentes)…
      entre outras coisas…
      Cruzesssssss…

    • Elayne Santo says:

      Concordo com você!!! Paranóia demais!!!!
      Tenho uma filha com 21 anos e dei selinho nela a infância inteira e até hoje algumas vezes, ela sempre soube seu lugar de filha, é muito centrada, equilibrada e sem qualquer trauma. Tenho um filho de 10 anos, que até pouco tomou banho comigo, que NIS trocamos na sua frente e vice versa, que trocamos selinhos, que partilha da cama pra ver filmes, desenhos etc…
      Não vejo nele nenhuma atitude anormal ou de sexualidade precoce, é um garoto alegre, feliz e até ingênuo dentro do contexto que vejo por aí.
      Tudo tem seu equilíbrio, diálogo com os filhos faz toda diferença.
      Mais amor e menos paranóia, logo ninguém mais vai querer ter filho, tamanha a lista de exigências politicamente corretas para ser pai/ mãe.

    • Josemir says:

      Sim hoje muita baboseira antigamente compartilhávamos garrafas copos meninos da mangueira da água com outros amigos dificilmente acontecer de alguém pegar alguma doença o compartilhar a mesma meu Deus onde vamos parar mas Sou eu Vitóriameu deus onde vamos parar.Me desculpa Natália mas eu acho que você esqueceu que um dia foi criança que provavelmente brincou andou descalço bebeu em outro copos de algum amigo parente primo Com certeza você também não teve nenhum problema se saúdeaproveita que você está formada para compartilhar com outro tipo de numa boa tô aqui pra humilhar ninguém só pra expor a minha opinião obrigado

      • Nathalia Paccola Nathalia Paccola says:

        Josemir, o texto não é de minha autoria, você pode ler isso em “autor”, logo no final da página ou entre parenteses quando o texto foi compartilhado.

        • hellida says:

          Desculpa Nathalia, mas achei muita paranoia…mesmo o texto não sendo seu…entendi que devemos colocar uma parede entre nós e nossos filhos …deve ser feito um estudo melhor do assunto….tenho certeza que nós pais estamos querendo o melhor para nossos filhos e se for provado depois de pesquisas, debates tudo isso que foi falado deve haver sim uma mudança no comportamento dos pais.

  1. Bruna says:

    Olá Rachel, Parabéns pela matéria. É um privilégio poder ler e compartilhar.

    Sinceros parabéns,

    Bruna S Gonçalves, estudante de Psicologia.
    Patos de Minas/MG

  2. Arlete De Fátima Borges Ferreira says:

    Brilhante raciocínio , certíssimo os país são exemplos bons e maus. Tem que ter respeito pelos nossos filhos.desnecessário beijos na boca.parabéns!!!!

  3. Annette says:

    Questões culturais estão sendo confundidas com “fatos”. Achei o artigo revoltante. Me deixa triste que alguém pense assim e espalhe estas reflexões pela web, como se fosse a “verdade”.

    • Paulo says:

      Questões culturais são fatos, pelo simples fato de que o ser humano é um ser social. Não somos um amontoado de células que se desenvolve somente regido pelos genes. O desenvolvimento histórico-cultural é quem vai determinar que ser humano seremos. Cada fato social e cultural que vivenciamos vai influenciar totalmente quem somos e seremos. Por isso é completamente importante que tomemos cuidado com eles.

    • hellida says:

      Estou chocada também …vejo muitas crianças que não tem contato algum com seus pais e só pensam em sexo …é ridículo pensar assim …achei a matéria muito pobre e sem realidade ..deveria ter feito uma pesquisa …agora só falar o que pensa é muito vago.

  4. Josivania says:

    aqui em casa damos selinhos um no outro e selinho em nosso filho, e isso não tem nenhuma conotação sexual, achei i artigo muito taxativo. Nosso filho dorme na nossa cama, mas nem por isso vamos transar com ele lá, por sermos adultos sabemos separar a hora de transar e de ter nosso filho em nossa cama, não é por que dou um selinho em meu filho ou deixo ele ele dormi em minha cama que tiro a inocência dele, há contextos e contextos, há casos e casos, vejo muito pai e mãe por aí que não dar um selinho no filho mas permite q ele ouça todo tipo de musica e assista qualquer porcaria na tv, pra mim isso tira muita mais a inocência de uma criança.

    • Jaicely Figueiredo says:

      Nao quer dar selinho no filho mas deixa ele escutar funk assistir programas q so parecem inocentes mas na realidade so incentivam coisas ruins.. gente acorda. Parem de ser complexados. Aposto q a autora sofrer de uma carencia tao grande q tem a coragem de fala essas bobagens.. na hora q alguem der carinho de verdade a ela td isso q falou cai por terra.
      Fui criada por pais paranoicos assim! Resultado!? Sofri um estupro aos 16anos e nao tive coragem de contar pra meus pais com medo de me mandarem embora de casa pq nao era mais virgem. Me casei aos 19anos com alguem qe ajudou a superar isso e hj dou todo carinho pra meus filhos e orientacao de verdade q eu nunca recebi. O abraco, bjo e amizade q meus pais nunca me deram hj dou pra meus filhos

  5. Renata says:

    Tenho 2 filhos e na minha opinião o beijo na boca das crianças é uma ação que representa o amor entre os pais e as crianças. Completamente normal e inocente. Até hoje eu e a minha irmã damos celinho no nosso pai com todo o amor de pai e filhas que nós temos.

      • ..... says:

        Ai ai ai, pessoas que não entendem o texto e vem fazer comentário ignorantes, o resultado das pesquisas foram que crianças ainda não tem imunidade a certos vírus, que podem ser transmitidos através de um selinho. Isso não é a opinião dela, e sim um FATO.

        • Isso mesmo, muitos comentários de pessoas ignorantes, pessoas essas que não dar valor a estudos da ciência, um exemplo simples é sobre a carie, que é uma doença contagiosa e que não nascemos com a carie, quem dessas pessoas não tem cárie ou um dia não teve, não sabem por que pegou e nem se interessa em saber, e sobre a sexualidades nos estudos de Freud tem as fases do desenvolvimento da criança, quem estuda sabe que reflete na idade adulta, esse texto é excelente!

  6. Mara says:

    Achei otimo o raciocinio, beijar filho na boca é completamente desnecessario, antigamente não se fazia isso e os pais não deixavam de amar mais ou menos os filhos por isso…hoje virou modinha…acho ridiculo beijar bebes e pior ainda quando já são adolescentes…pai beijando filha na boca ou mãe beijando filho…

  7. Talismã Malaquias says:

    O texto está um pouco exagerado, ontem por exemplo minha sobrinha de um aninho me deu um selinho e me abraçou, foi a coisa mais fofa do mundo

  8. valeria says:

    Affs pra gente não é uma conotação sexual mais acho que pode sim confundir a cabeça de uma criança vc adulto tem uma noção criança não e concordo plenamente do risco da criança achar normal e Deus que me livre vê uma filha minha mesmo que na inocência beijar outra boca a não ser a minha ou a do pai. Acorda gente nos tempos de hoje não pode dar mole não o maior índice de pedofilia tá em pessoas proximas a sua família…

  9. Pela leitura do texto, é possível compreender o motivo do alerta. Porém, não é levado em conta a questão cultural, a criação e a enorme variação das famílias existentes.
    A sexualização ocorre, mas não é tão simples como o descrito e também envolve outros fatores que acredito todo psicólogo e psicanalista conhece.
    Creio que para uma pessoa que busca informação, o seu texto tenha criado mais barreiras que esclarecimentos.

    • Gleice says:

      Tb acho! Não consegui nem terminar de ler! Será que ela lavou bem as mãos antes de digitar essas coisas???? Será que não vamos pegar as bactérias dela via wi-fi????

  10. Fábio says:

    Acho que dar um “selinho” nos filhos, nada mais é do que um gesto de carinho. Certamente não vai ser essa atitude que mudará o comportamento de uma criança. Quanto mais carinho melhor, quanto mais proximidade dos filhos melhor, carinho nunca é demais. Esse texto reflete o pensamento de uma pessoa completamente paranoica e que estava sem idéias para escrever um artigo. Talvez à ela tenha faltado carinho, e quando o presencia, acha estranho.

    • Concordo Mara…bjar filhos na boca não quer dizer o grau do meu amor por ele. Puro modismo!!! Bonitinho néh??? Não!!! É horrível, de péssimo gosto. Por acaso vc tem dado abraços no seu filho…que tal um Colinho…

  11. Nina says:

    Que texto ruim, as idéias não são bem amarradas, só expõe achismos que fortalecem preconceitos, e, ao invés de propor novas formas de pensar, apenas incentiva o senso comum que não questiona nada e só reproduz segamente. Tudo depende de como você enxerga as coisas, um beijo na boca pode ter milhões de conotações e carregar consigo diferentes trocas de energia, um selinho carinhoso e inocente entre mãe/pai e filho não possui nenhuma maldade e não confunde criança nenhuma. A maldade tá nós olhos de quem vê, assim como a beleza também. Falta inocência nos olhos da autora, isso sim. As pessoas estão ficando doentes.

  12. tata says:

    Achei um pouco ixagerado . Quando eu era criança dava selinho na minha mãe que por sinal não é heterosexual E nunca presenciei nada entre ela e sua esposa. E nem por isso tirou minha inocência e mto menos me influenciou a nada.

  13. Vitor says:

    O melhor são os comentários…
    Faz muito sentido o que foi escrito. Muitas famílias têm esse costume de carinho e criação. Não sei até que ponto esse tipo de atitude pode levar a uma consequência desastrosa, mas com certeza pode afetar a criança. Elas são um espelho do que olham e aprendem.
    Não precisamos ser psicóticos, mas sempre bom ficar atentos.
    Estamos longe de ser exemplo de criação como pátria. Alguns costumes são questionáveis.

  14. Jaicely Figueiredo says:

    Ae galera.. alguem me diz onde posso comprar uma roupa de bolha? Pq da maneira q foi passado na materia eh melhor colocar nossos filhos em uma bolha pra nao pega nenhuma doenca.. gente o lugar onde vivemos se chama MUNDO e no mundo tem coisas boas e ruins. Nao se reprime ninguem de suas vontades mto ao contrario, eh pra isso q existe dialogo. Vc pode mostrar o certo e o errado desde pequenoas quando for grande a escolha e consequencias serao deles. Na minha casa damos selinhos em nossos filhos e ensinamos oq e o amor de familia. Educacao cada um tem q saber dar pra crianca e nao simplesmente por no mundo com medo dela ja qrer namorar aos 3 anos de idade. Qndo isso acontece eh a crianca entendendo q existe amor e casamento.. agora me diz qual a crianca de tres anos q bateu o pe com os pais e se casou q eu qro conhecer pq nessa idade por mais q eles falem coisas q veem eq aprendem eles ja tem um pouco d racionalidade de saber oq eh logico eoq nao eh. Tenho uma menina de 4anos um menino de13 e outro de 2meses todos estao sendo criados com amor carinho e bjo tanto no rosto como selinho e nunca tivemos nenhum problema mto pelo contrario sao as criancasais carinhosas e amorosas. E tenho certeza q esse carinho q ensinamos e esta sendo retribuido a mim ea meu marido sera o carinho q darao a suas futuras familias. Essa materia eh um lixo. E quem vai na onda desse pessoal ta lascado. Sejam vcs e nao neguem amor carinho e educacao pra seus filhos pq eh isso q eles necessitam qndo pequenos pra reconhecer oq fizemos e ensinamos a eles no futuro.

  15. Fernando says:

    Interessante como a verdade doi né. Um monte de pais que provavelmente reclamam do erotismo nas mídias. Mas acham normal dar beijo na boca de filhos, tomar banho juntos, etc.
    Muitos amigos meus sempre tiveram herpes graças a seus pais, e provavelmente seus filhos terão também, graça a esses costumes.
    Coitada da criança, sendo exposta e contagiada sem nem saber o que é.

  16. Luciana says:

    Porque não beijam de língua então ? Já que querem demonstrar amor ?
    Porque não fazem sexo com seus filhos, já que tudo não passa de amor.
    Capaz que o sexo com filhos vai ser uma demonstração inocente e pura de amor.

    Estou sendo irônica, por favor não façam isso com seus filhos.

  17. sandra almeida says:

    A maldade esta nos olhos de quem vê…
    Por isso que o mundo esta tão cheio de mimimi hoje. Tudo é motivo para critica, as pessoas precisam parar de julgar os outros pelas atitudes, pára que ta feio, gente!

  18. Robert says:

    Acho desnecessário beijar a boca de nossos filhos,não é preciso demonstrar que amamo-os agindo dessa forma,achei um tanto exagerado o texto,mas uma coisa procede,que através do beijo é transmitido bactérias que podem ser prejudicial a saúde de nossos pequenos…fica a dica.

  19. Thais says:

    Quando era pequena dava “biquinho na minha mãe e só nela, pq ela sempre deixava claro q só podia com ela mais ninguém. E eu não sai beijando todo mundo q via. Eu dou biquinho na minha filha e sempre falo q só pode na mamãe, ela não faiz isso nem com o pai, só na mamãe e ela mesmo repete isso q só pode na mamãe. Um dia ela estava em casa com três amiguinhos(dois meninos e uma menina) e ela me disse q quando crescer eles vão casar. Falei pra ela q quando ela tivesse grande e depois de muito tempo q isso poderia acontecer. Ela nunca mais falou isso. Acho q tudo vai da educação e criação q damos em casa. Minha filha tem 4 anos. Mais também não concordo em deixar ela tomar banho com o pai ela só toma banho comigo. Afinal tudo tem limite.

  20. Nubia says:

    Ler os comentários me deixou mais aliviada. Eu beijo meu filho, dou selinho com todo amor. Ele é uma criança feliz e saudável. Texto exagerado.

  21. Bruno says:

    Tanto a tendência dada na matéria quanto vários comentários são mesmo exagerados. Realmente, beijar filhos e filhas com selinho não é algo recomendado (é fato essa questão das cáries, por exemplo), mas se não é algo muito frequente e, qdo acontece é carinhoso e natural, ttambém não Com naturalidade, carinho, afeto e respeito, a criança compreende o que é um comportamento familiar e o que é um comportamento que não é natural para ela. Outras coisas no texto, tambémssão muito boas dicas, como a de evitar deixar a criança dormirna cama com os pais. Mas não por uma alegada “erotização precoce” o que é realmente um exagero, na maioria dos casos e famílias de bem. O problema é acostumar essa prática desde cedo, o que torna muito difícil – para os pais e para a criança – perder esse hábito mais tarde. Além disso, a privacidade do casal deve ser preservada, pelo menos na hora de dormir, quando cada um dorme no seu próprio quarto e na própria cama. É difícil ser firme assim, mas é o melhor para todos.

  22. Gustavo Braga says:

    Altamente tendênciosa a relação abordada nas relações quanto a bactérias e vírus mesmo do ponto de vista clínico médico .
    Nas relações da psiquê, a matéria se faz então tão superficial e tão castradora pautada na saúde física , que simplesmente sonega qualquer chance de condução coerente .

    Parafraseando Renato Russo : ” Estamos vivendo entre monstros de nossa própria criação ” .

    Saudações e boas construções.

  23. Juliana says:

    Achei muito coerente, visto que esses indivíduos estão numa fase crucial, na qual estão formando suas identidades. O objetivo do artigo em questão não é dizer que pais e mães que dão “selinhos” em seus filhos estão cometendo alguma atrocidade, no entanto é importante para a criança nessa fase de formação saber distinguir os papéis que ela deverá representar, importante, como foi ressaltado no texto, que os tutores saibam como conduzir essa situação para que a criança entendam que isso é algo entre ela e a família, uma vez que a inocência dessas faz com que ache normal repetir o ato com outras pessoas, para que assim ela não seja exposta à outras pessoas ou situações. Não trata-se de “achismo”, tudo o que foi falado esta baseado dentro de pesquisas reais, o que nos falta muitas das vezes é um pouco mais de informação e compreensão do que nos está sendo transmitido.

  24. Silvana Santiago says:

    Achei super interessante. Quando fui mãe a primeira vez, me veio aquela ideia de que beijar o filho na boca (selinho) era moderno, mas logo me veio a ideia também de que não era limpo e eu parei, abracei, beijei muito e sempre falei pra ele que o amava e assim foi com meu segundo filho. Quanto a tomar banho com eles, tomei e por incrível que pareça foi exatamente como você falou eles solicitaram dentro do seu tempo e em silêncio a sua privacidade, na hora em que a porta do banheiro foi fechada eu entendi e também comecei a fechar e respeitar a privacidade deles, quanto essa questão de mães e pais dizerem que os filhos tem namoradas ou namorados na escola, acho absurdo, meu Deus, criança não tem ideia do que é isso gente. Eles tem amiguinhos e só. Quanto a dormir junto como eu sou mãe e solteira, o mais velho logo que pode ter um quarto só pra ele passou a dormir sozinho, mas o mais novo que agora já está com 12 anos ainda dorme comigo e digo, vou sentir falta quando ele mudar pro quarto dele..rsrs. Mas é isso, não sei se estou agindo certo, mas estou indo pelo que acho legal. Temos um papo muito aberto sobre a vida, sobre diversos assuntos e muito respeito entre as partes e assim caminhos. Adorei, valeu.

  25. Renata says:

    Beijos no rosto, testa, também exprimem carinho. Queria saber qual a necessidade do beijo ser na boca de uma criança. Se você faz isso com seu filho, como forma de carinho, deve aceitar que ele tenha esse carinho com as amiguinhas e amiguinhos da escola, parentes, etc. Cada um cria à sua maneira, e a minha é preservar a infância ao máximo, censuro programas, filmes TV que não são da faixa etária, permito somente o que é pra idade. Isso também é amor, isso também é carinho.

  26. Mariana says:

    Eu também acho que podemos demonstrar nosso amor por um filho de várias formas, sem precisar beija-lo na boca. Começando com um “eu te amo filho, vc é importante p mim”, garanto que valerá muito mais do mil beijos na boca.
    Acredito que todas as mães e pais super experiêntes que vejo por aqui, devem conhecer o médico pediatra, autor do Livro “A Vida do Bebe”, escrito por Rinaldo De Lamare, que foi ATUALIZADO recentemente, pelo Prof. Dr Migowski, pediatra e infectologista da Ufrj. Onde ele condena esses beijinhos inofencivos na boca de uma criança, onde inclusive ele fala que não podemos assoprar a comida do bebe, examente pq muitas das vezes as salivas pulam das nossas bocas, levando bactérias para a criança e por aí vai. (Desejo q ele esteja certo sobre isso, já q estudou tanto para falar uma M…dessas).
    Nunca disseram para vcs que beijar na boca transmitia doenças?! Em q mundo vcs vivem? Bom, desejo que todos estejam em dia com o dentista!! Pelo menos!!!Pq aquela dor de garganta do seu filho, pode ter sido uma virose. Mas a virose que vc passou para ele sem perceber.
    E acho interessante que todo mundo aqui é super normal, o que é maravilhoso!! Pelo que entendi, todos aqui tiveram uma linda infancia, sem traumas!! Parabéns para vocês!!
    Na minha santa ignorancia, o q entendi no texto acima é que NINGUÉM, nem pai, nem mãe, nem periquito, nem papagaio, eu repito, NINGUÉM, sabe como uma criança interpreta certas atitudes dos pais. Ninguém sabe o que se passa na cabeça de uma criança!! E lá na frente, mas bem lá na frente mesmo, vocês vão ver os resultados. Ou não né!? Pq ultimamente tenho visto muitos pais, que preferem ignorar o problema do seu filho, do que tentar resolve-lo. É mais fácil!!
    Ass: Mãe de primeira viagem.
    Boa noite para todos!!

  27. Jader Benvegnú says:

    Após ler todo o texto, não pude deixar de ficar irritado comigo mesmo. Quanta falta de respeito de minha parte para com meu tempo.

    Idade média, estamos em 2015… Câmbio!

  28. Katia says:

    Texto nojentoooo, cheio de hipocrisia e é por isso que o mundo está dessa mameira ensinando as crianças a ter “nojinho de tudo ” , criando conceito errados np minimo para essas “especialostas” amentar se trata de erotização precoce , pelo amor que loucura de texto doentil!!

  29. taize says:

    Li e compartilhei. Ótimo texto! Faz Togo sentido. Tenho um filho de 3 anos e outro de 1 estão meio, ate pouco tempo dava está linho nelees e que o mais velho realmente dava estalinho em todo mundo que pedia beijo, seja criança adulto… Na primeira vez que presenciei isso tratei de mudar esse habito e ensina-lo diferente. Ele aprendeu que não se deve fazer isso, que ainda não tem idade e é nojento fazer isso com todo mundo. O resultado foi que agora nem em mim ele da estalinho, quando falo pra ele dar um abraço e um beijo na mamãe ele beija minha testa. Ele é lindo!
    Hoje em dia vejobumavrevolta muito grande contra os valores antigos… Eu tenhi so 23 anos, mas me sinto mais velha que minha vo quando leio esses comentarios. Com essa ideia de acabar com o conservadorismo… As pessoas estao aplaudindo a pessoas do mesmo sexo se relacionarem (nao tenho nenhum prevonceito, trato todos da mesma forma, concwrso abraço…) mas isso é contra a natureza, tanto que nao da para ter filhos dessa forma. So de eu falar que sou a favor do que é natural e nao acho legal o homossexualismo, alguns podem me chamar de homofobica. Mas nao é verdade, me comporto nirmalmente, com qualquer pessoa independente de suas escolhas.
    Hoje as pessoas aplaudem o aborto, tirar a vida de uma criança inocente…
    Hj vejo uma crescente onda de racismo…. Comentarios horriveis preconceituosos em fotos de pessoas negras…
    Uma crescente onda de pessoas apoiando a pedofilia dizendo coisas “bonitas” como: nao existe idade para amar!
    Enfim… Estamos vivendo uma era de inversao de valores… A era do que tenho e nao do que sou…. Uma queda brusca da etica e moral.
    Nao me espanta a rejeiçao que esse texto teve, mas tb nao me espanta o fato de que os mesmos pais que rejeitam informacoes como essas depois que suas filhas de 13 anos falam que estao gravidas eles pensam: onde eu errei!
    Se bem que hoje em dia eles acham lindo isso tambem. A verdade é que a maioria dos pais estao mais preocupados em ganhar dinheiro do que estao preocupados com a vida de seus filhos. Achar tudo normal é mais facil que ter o trabalho de ensinar, educar gastar tempo dar atenção….
    É mais facil deixar pra la fo que falar de uma etica e uma moral que nem os proprios pais tem…. Por essas e por outras que a cada geração pior ficam os seres humanos…

  30. Henrique says:

    Quanta bobagem meu Deus. Uma simples e inocente bitoca transformada num ato libidinoso e higienicamente desprezível. Affff. Falta do que fazer/escrever. Mentes deturpadas…

  31. CRISTIANA says:

    Até concordo com as doenças que podem ser transmitidas, mas o resto…exagero. Acredito que não há receita pra educar uma criança, o que vale é o amor e respeito. O ser humano coloca maldade em tudo que vê.PENA…

  32. Agenor says:

    Natalia, adorei o texto.
    Acho muito bacana os textos que você publica, mesmo que nem todos não sejam de sua autoria, os tema abordam muito da realidade e da mudança sobre fatorea psicológicos.
    Mas tenho que ressaltar, o quão ignorante e generalistas são a maioria das pessoas que comentaram sobre o post. Sinceramente não vejo motivo algum para se comportarem como tal, o texto aborda aspectos baseados em estudos, nada dito ali é diferente do que sabemos, não vi motivo pra tanta não aceitação.
    Um abraço Natalia, e mais uma vez parabéns pelo trabalho.

    • Nathalia Paccola Nathalia Paccola says:

      Oi Agenor, aquilo que nos incomoda é onde está o conflito, certo? Acho muito bom essa crítica toda ao texto, significa que muitas pessoas o leram e refletiram sobre o conteúdo. Agradeço suas palavras, e o carinho. Abraços.

  33. renata says:

    Parabéns pelo texto publicado. Esses pais que acham que não tem nada de mais não entendem nada de psicolofia humana. Tem uns q fazem coisas muito sem nocão. ECA! ECA !E ECA DE NOVO!

  34. FABIANA says:

    PRONTO AGORA A GENTE NAO PODE BEIJAR UMFILHO? EU TENHO DOIS FILHOS DE 11 E 14 ANOS EU E MEU MARIDO DAMOS SELINHOS NELES PQ NAO FAZEMOS COM MALDADE SAO OS NOSSO FILHOS, ELES NAO ACHAM RUIM PRINCIPALMENTE O MAIS VELHO QUE JA TA FICANDO MOCINHO, O MAIS NOVO AINDA SENTA NO MEU COLO E NO DO PAI DELE AS VEZES DORME COM A GENTE, ENTAO TUDO ISTO TA ERRADO ?

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